Marcelinho lendo contos eróticos – O cantor e minha esposa bêbada

Voz de mascote da infância, conteúdo digno de pornô em VHS e aquele talento absurdo pra narrar putaria como se estivesse lendo fábula pros coleguinhas da pré-escola

Mais uma vez, Marcelinho invade o computador de alguém, encontra um conto sórdido e transforma em áudio o que jamais deveria ter saído da cabeça de ninguém. Dessa vez, o caos tem nome e enredo: “O cantor e minha esposa bêbada” — e só pelo título você já sabe que vem coisa errada.

A história gira em torno de um corno assumido, desses que levam a esposa pro show e saem com um trauma novo. Ela bebe, dança, dá risada demais, e quando vê… tá sentando no microfone (e não é no do karaokê).
E o cantor? Claro, é aquele tipo que se acha, canta mal, mas come bem — segundo o próprio narrador traído.

Marcelinho, com sua voz de mascote de loja infantil, lê cada detalhe com uma calma perturbadora.
“Ela começou a gemer baixinho, dizendo que nunca tinha sentido aquilo com ninguém… nem comigo.”
A frase bate, machuca e faz rir — tudo ao mesmo tempo.

O boneco faz vozes, interpreta gemidos, narra a bebedeira da esposa como quem comenta episódio de desenho. E o resultado é sempre o mesmo: gargalhada nervosa, vergonha alheia e o pensamento inevitável de que “esse boneco é o narrador oficial da putaria moderna”.

Se você achava que traição era só drama, espera até ouvir Marcelinho descrevendo a esposa bêbada rebolando no colo do cantor enquanto o marido chora com uma cerveja quente na mão.
É comédia, é putaria, é arte torta.
E é exatamente por isso que a gente ama esse boneco desgraçado.

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Quando a esposa bebe, o cantor canta… e o boneco narra tudo.

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