Eutrepsemia: o gato já pegou e não tem mais volta

Com essa cara de quem sabe demais e corpo de rato recém-fritado, o bichano é o verdadeiro porta-voz da doença mais “pelada” do Brasil

Se você nunca ouviu falar em eutrepsemia, é porque ainda não teve o desprazer de topar com esse tipo de imagem enquanto tomava café. O gato da foto parece saído direto da letra da música: todo tosado, pelado, humilhado e com uma expressão que mistura ódio, vergonha e julgamento profundo.

A tosquia foi seletiva: deixaram o topete, o rabo e uma faixa estratégica pra não violar as diretrizes do bom gosto felino. O resto? Puro couro felino exposto à realidade, à friagem e ao trauma psicológico de ter sido reduzido a um personagem de pesadelo veterinário.

E o pior: a cara dele confirma que a tal “eutrepsemia” existe sim — pelo menos no orgulho. Porque depois de ver isso, a única certeza é que o gato nunca mais vai confiar em um humano com máquina de tosa. Nem em música sertaneja. Muito menos em vizinha que raspa a xana por medo de contágio.

Se isso não é o retrato sonoro da música, então é a versão visual do caos.

Gato na estética ou vítima da lenda? A cara dele responde.
Gato na estética ou vítima da lenda? A cara dele responde.

“…Por causa dessa pelada, Minha vizinha assustada Raspou o pelo da xana…”

Sem titulo 1

“…Hoje eu ouvi um boato, Forte na periferia, De uma doença de gato, Com nome eutrepsemia…”

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Dê o play e entenda!

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