Safadeza em Cima da Mesa de Ping Pong

O que começou com uma bolinha inocente virou uma suruba sem regras – e a mesa de ping pong virou o palco da putaria generalizada

Sexo selvagem em cima da mesa de ping pong
Sexo selvagem em cima da mesa de ping pong

Safadeza em cima da mesa de Ping Pong

A partida começou como qualquer outra: bolinha quicando, raquetes em punho, todo mundo dando risada. Mas bastou uma tentativa marota de acertar a bolinha bem entre os peitos de uma das meninas e PUF!… o espírito esportivo foi substituído por um tesão coletivo que não tinha nada de olímpico – a não ser a resistência física exigida no final.

O primeiro set da noite terminou quando Layla, com aquele sorrisinho sacana e vestindo nada além de uma mini blusa colada, resolveu que quem perde, tira a roupa. E foi assim que a regra da vergonha virou a regra da excitação. Em questão de minutos, já tinham duas meninas de topless, rindo e se esfregando na beirada da mesa como se estivessem disputando quem tinha o mamilo mais duro. Spoiler: todos ganharam.

Aí, Brad Sterling, aquele típico galã de filme pornô universitário (tanquinho, sorrisinho, cara de quem já comeu até a reitora), entrou no jogo. Mas o que ele levou de raquete, levou ainda mais de mamada. Layla, já de joelhos, meteu a boca no pau dele como se fosse a última rodada do campeonato. A plateia? Um círculo de tesudos, com mãos nas calças e olhos arregalados, assistindo de camarote à cena mais excitante que uma mesa de ping pong já presenciou.

E aí, como toda boa putaria precisa de diversidade, as meninas resolveram provar que jogo em dupla também pode ser gostoso. Duas universitárias, peladinhas, mamilos arrepiados, começaram a esfregar os peitos uma na outra. E não foi só carinho, não. Era um duelo de tesão, língua contra língua, clitóris contra clitóris, gemido contra gemido. Enquanto isso, os caras já estavam todos com as calças no chão e as mãos na raba de quem estivesse mais próximo.

Claro, a mesa de ping pong não ia escapar ilesa. Uma das meninas deitou ali mesmo, com as pernas bem abertas, gritando pra virem comer ela ali, no centro do jogo. Foi como um apito final: a suruba começou de vez. Brad comendo uma, duas na língua, outra com a bunda empinada sendo dedada por trás… Era mais contato corporal do que num treino de rugby.

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Uma das garotas pegou a raquete e começou a brincar com o clitóris da amiga como se estivesse sacando um ponto decisivo. Enquanto isso, um outro cara usava a bolinha de ping pong pra esfregar no mamilo de outra. Criatividade sexual digna de medalha de ouro.

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E o mais impressionante? Não tinha vergonha, não tinha freio, não tinha regra. Era só corpo, suor, saliva e gozo. A mesa aguentou firme (milagre!), mas o chão virou um campo de batalha molhado de tanto tesão espalhado.

No fim das contas, ninguém lembrou quem ganhou a partida de ping pong – mas todos saíram vitoriosos, com um sorriso sacana na cara e o gosto de uma noite que começou com esporte e terminou em putaria coletiva.

Porque, às vezes, tudo que você precisa pra uma noite épica é uma bolinha, uma mesa e uma galera com muito tesão acumulado.

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