Animais Estranhos Empalhados Que Vão Povoar Seus Pesadelos
Olhos tortos, bocas bizarras e expressões que pedem socorro — taxidermia feita no modo "meu Deus, por quê?"

Você já viu taxidermia bem feita.
Agora se prepara pra ver o lado sombrio (e completamente surtado) da arte de empalhar animais.
A seleção de hoje é uma galeria de horrores e risadas nervosas, com bichos que mais parecem saídos de um filme trash do que de um museu.
Esses animais foram empalhados com amor, talvez.
Mas o resultado?
É um festival de olhares tortos, bocas abertas no susto, focinhos fora do lugar, orelhas disformes e expressões que gritam “me enterra de novo, por favor!”
Tem gato com cara de psicopata,
veado com sorriso de apresentador de talk show drogado,
urso com olhar de “o que aconteceu com minha alma”,
e raposa que parece que viu o fim do mundo — e sobreviveu só pra contar.
É como se cada animal tivesse sido empalhado por alguém que:
Nunca viu aquele bicho antes
Estava chapado
Usou cola quente e fé
Achou que “tá bom assim” era padrão profissional
O terror é real, mas a risada também.
Porque tem peça que beira o artefato demoníaco, e tem outras que parecem feitas pra te seguir com os olhos até no escuro.
E o melhor (ou pior)?
Essas belezinhas estão expostas em coleções e museus por aí, orgulhosamente.
Sim, alguém olhou pra um guaxinim parecendo um mendigo possuído e pensou:
“Perfeito. Vai pra vitrine.”
No fim das contas, é difícil saber se é comédia ou tragédia.
Mas uma coisa é certa:
você nunca mais vai olhar pra um animal empalhado do mesmo jeito.
Ou dormir tranquilo.







































Curiosidade:
A taxidermia – nome técnico do empalhamento de animais – é um sofisticado processo onde só a pele do animal é aproveitada. O couro é usado para “vestir” um manequim de poliuretano, parecido com esses que a gente vê nas vitrines de lojas. No passado, porém, não era assim. O animal era aberto, suas vísceras retiradas e, no lugar delas, era colocado algodão, juta ou palha – daí a palavra empalhamento, hoje fora de uso.
O “empalhamento” de um animal deve começar até 24 horas após sua morte. Depois desse tempo sua carne começa a apodrecer
1. O primeiro passo é fazer uma máscara mortuária de gesso do bicho. Ela fornece uma imagem tridimensional da cara do animal e é uma cópia perfeita de suas feições, mostrando todos os detalhes de seu rosto
2. Em seguida, com uma fita métrica, o taxidermista tira as principais medidas do animal, como a circunferência do abdome, o comprimento total do nariz à cauda, a largura da cabeça e a distância do nariz ao olho, entre outras
3. Com uso de arames e apoios, o animal é congelado na posição em que será “empalhado”. Quando ele estiver durinho e na postura correta, é hora de fazer uma cópia do corpo numa fôrma de gesso
4. A partir do molde de gesso, é feito outro molde de resina. Ele será empregado na fundição do manequim de poliuretano. Se necessário, o taxidermista esculpe detalhes finais na peça, que será vestida com a pele depois
5. Paralelamente à fabricação do manequim, é feita a retirada da pele, única parte aproveitada – órgãos e carcaça são descartados. Retirado o couro, ele é curtido em banhos ácidos que dissolvem resquícios de sujeira e gordura, evitando que apodreça
6. O passo seguinte é a retirada da endoderme, uma fina membrana interna colada à pele. Feito isso, o couro é banhado com um produto químico preservativo e é engraxado para ganhar flexibilidade
7. Olhos, nariz, orelhas, boca, língua e até a cauda são de mentira. Os olhos são feitos de vidro, a cauda, de poliuretano flexível, e as orelhas, nariz e língua, de plástico poliestireno. Todas essas próteses são fixadas no manequim antes da pele
8. A etapa final é vestir o manequim com a pele. Ela é encaixada e fixada com uma cola especial. Depois, é costurada. Os pontos são dados em locais de difícil visualização, como na parte inferior da barriga, para que o bicho pareça o mais real possível. Fonte
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