Austrália pelada: centenas mergulham nus no gelo pra festejar o inverno

Na Tasmânia, o frio é de rachar, mas os corpos são livres e o mergulho é pelado mesmo, sem dó nem calcinha

Multidão pelada correndo em direção ao mar gelado com os mamilos em modo
Multidão pelada correndo em direção ao mar gelado com os mamilos em modo “socorro”

Australianos mergulham nus para celebrar o inverno

Frio do caralho, água quase virando gelo e centenas de australianos… pelados. Sim, completamente nus, sem cueca, sutiã ou dignidade térmica. É assim que a galera da Tasmânia resolveu comemorar o solstício de inverno — mergulhando em água com temperatura de -5°C, como se isso fosse um plano sensato.

O evento já virou tradição: todo ano, no dia mais curto do calendário, uma multidão de corpos pelados invade o mar gelado pra dar aquele mergulho simbólico e totalmente insano. É como se o réveillon brasileiro se encontrasse com uma crise de hipotermia e um culto pagão ao mamilo endurecido.

Não importa a idade, o formato do corpo ou a quantidade de pêlo pubiano: todo mundo tira a roupa e vai. Uns vão com coragem, outros com tremedeira e alguns com o cu mais apertado que o orçamento de fim de mês. Mas todos com o mesmo objetivo: celebrar a estação do frio com a bunda na água e o orgulho no alto.

As cenas são gloriosas: homens, mulheres, jovens, idosos, todos correndo pelados em direção ao mar como se o frio não existisse — ou como se já estivessem anestesiados de tanto arrepio. Mamilos que poderiam cortar vidro, bolas encolhidas até sumirem e muita pele branca que não vê sol desde o verão passado.

E o mais maluco? O clima é de festa. Risadas, gritos, gritaria. É como um Carnaval gelado e sem fantasia. Quer dizer, a única fantasia é o choque térmico.

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Os organizadores garantem que o evento é sobre liberdade, conexão com a natureza e mandar um belo “foda-se” pro clima. Já os participantes dizem que, apesar do sofrimento térmico, o sentimento pós-mergulho é de renascimento… ou de querer correr pra um cobertor e nunca mais sair.

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O importante é que a tradição continua firme (mesmo que certas partes do corpo não fiquem).

Porque, convenhamos, tem que ser muito louco — ou muito livre — pra encarar água congelante pelado, ao lado de uma multidão igualmente pelada e sorridente.

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*Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.

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