Miss Bumbum 2013

Quarta-feira, 13 de novembro de 2013, São Paulo. Enquanto muita gente contava as horas pro feriado, uma parte da cidade parava pra ver algo muito mais importante do que trânsito ou política: a eleição da bunda mais cobiçada do Brasil.
No centro de eventos, 15 finalistas já suadas de nervosismo (e de óleo corporal) disputavam a consagrada faixa de Miss Bumbum 2013, num concurso que virou tradição nacional e, sinceramente, deveria ser considerado patrimônio cultural da sacanagem brasileira.
A grande vencedora da noite? Daiane Macedo, morena de 25 anos, universitária (em pausa), modelo e representante orgulhosa do estado de Goiás. Com 107 centímetros de bumbum e atitude de quem sabe que nasceu pra ter a bunda analisada em público, Daiane levou a faixa, o dinheiro, a fama e a moral de ter a raba mais famosa do país naquele ano.
Ela derrotou Eliana Amaral (Pernambuco) e Jessica Amaral (Pará), que ficaram com o segundo e terceiro lugar, respectivamente. Mas convenhamos: naquele palco, não teve pra ninguém. A morena goiana desfilou como quem já tinha o prêmio em casa. E talvez já soubesse.
“Sempre quis ser famosa. Tranquei a faculdade no último período porque entendi que Administração não era pra mim. Quero a TV.” Palavras de uma mulher decidida, que trocou TCC por agachamento, cálculo financeiro por carão, e saiu com R$ 5 mil no bolso e R$ 50 mil em contratos publicitários na conta (ou no bumbum, depende do ponto de vista).









Mas como toda boa campeã do Miss Bumbum, Daiane não veio sem bagagem de treta. Antes da final, ela mesma havia soltado nas redes sociais que o concurso estava comprado, que já tinha vencedora escolhida e que tudo era armação. Pois é… até que ela ganhou. E aí, adivinha?
“Agora posso dizer que o concurso é verdadeiro.” Ah, a hipocrisia com faixa no peito. Mas a gente entende. Quando a raba vence, a memória perde um pouco a firmeza.
A noite foi quente, tanto pelo clima de disputa quanto pelo nível das candidatas. Desfilaram, rebolaram, fizeram pose de lado, de costas, sentaram, agacharam e sorriram com aquele olhar de “minha bunda é sua, mas só pra votar”. O público presente babava. Os jurados, mais ainda.
E falando em júri, o evento foi pesado de celebridade: Carine Felizardo (Miss Bumbum 2012), Milena Santos (Miss Bumbum EUA), a ex-BBB Jakeline Leal, Gil Jung (Multishow) e Geraldo Luís (Balanço Geral) ajudaram a escolher a campeã. Ou seja, gente que entende de televisão, bunda e audiência.
A faixa de segunda colocada foi passada por ninguém menos que Andressa Urach, vice de 2012, ex-A Fazenda, rainha da polêmica e, convenhamos, ícone supremo da raba midiática nacional. Ela apresentou o evento com aquele ar de “já sentei aqui, agora é sua vez”.























E o que falar do bumbum vencedor? 107 cm de carne moldada com genética, agachamento e um toque de lipoescultura. Daiane mesmo admitiu que “já era grande, mas não era tão redondinho”, e aí deu aquela leve tunada. Resultado? Uma bunda que parece esculpida em mármore quente e óleo de coco.
A preparação também não foi pouca: dieta regrada, treino puxado, tratamentos estéticos e muito foco na raba. Porque no Miss Bumbum, beleza não é só bunda — é conjunto. E Daiane chegou com tudo no lugar: corpo, carisma, olhar safado e a fala mansa de quem sabe onde tá pisando com salto 15.
Ela namora, inclusive. Sim, tem homem que divide a bunda mais desejada do Brasil com os olhos de milhões. E segundo ela, o cara respeita. Dá vontade de bater palma pra ele também — ou pelo menos desejar boa sorte com a fila que vai se formar.
O concurso, apesar da pegada sensual (e da tesão coletiva que provoca), também carrega discurso. Carine Felizardo declarou que não basta uma bunda redonda: tem que ter “harmonia como um todo”, enquanto Gil Jung frisou que “naturalidade e simpatia” contam mais que lipo e pose. Aham. Mas a lipo ajudou, né, Gil?
O Miss Bumbum virou mais que um desfile: é uma plataforma. Vira capa de revista, convites pra TV, presença VIP em eventos, ensaio sensual, produto licenciado, campanha de lingerie e, pra algumas, porta de entrada pro pornô gourmetizado.
E se depender de Daiane, esse é só o começo. Ela já disse que quer a televisão, quer apresentar programa, e tá disposta a se esforçar “ao máximo” pra isso. Com esse bumbum e essa disposição, chances não vão faltar. Porque no Brasil, bunda boa com carisma é tipo PIX aprovado: entra na hora.
Miss Bumbum 2013 teve treta, teve polêmica, teve desfile, teve rebolado e teve vitória de quem soube rebolar mais e falar menos. E agora, o Brasil tem uma nova rainha da raba — e ela quer muito mais que só ser olhada. Quer ser ouvida, paga, famosa… e a gente, claro, quer ver tudo. De frente, de lado, mas principalmente: de costas.



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