Enquanto isso em um Halloween qualquer…

Um velho de máscara, uma abóbora no pau e um jacaré no rabo — tudo perfeitamente normal, se você for diagnosticado com “foda-se total”

Abóbora no pau, jacaré no cu e sanidade no lixo
Abóbora no pau, jacaré no cu e sanidade no lixo

Todo mundo já viu um Halloween esquisito… mas não isso. Temos aqui um senhor de idade que aparentemente se inspirou em algum ritual satânico criado durante uma ressaca de três dias. De máscara do Zorro, pelado, com uma abóbora pendurada no pau como se fosse enfeite de Natal, e — o detalhe mais importante — um jacaré enfiado na bunda.

Sim. Um jacaré. De verdade? Talvez. De pelúcia? Não importa. Tá enfiado. E tá ali com cara de quem não pediu pra participar dessa porra.

A cena é digna de um pesadelo que mistura fetiche rural, cosplay mal feito e zoológico clandestino. O pau, coitado, serve de cabide improvisado pra abóbora que balança suavemente, como se estivesse presa a um pêndulo de insanidade. A máscara do Zorro? Só completa a vibe “tô pelado mas com estilo”.

E o jacaré… bom, o jacaré tá parcialmente engolido pelo cozinho do velho, como se tivesse tentando fugir de tudo isso pelo caminho errado. É Halloween, mas parece um ritual de invocação de algum demônio específico das trevas do interior.

A pergunta que fica não é “por quê?”, é “quantas drogas são necessárias pra achar essa ideia minimamente aceitável?” O mais impressionante é a serenidade do velho: ele está em paz. O mundo ao redor tá pegando fogo de vergonha alheia, mas ele tá ali, de pau decorado e réptil no rabo, pleno.

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Enquanto isso, em algum lugar do universo, Freud enterra a própria teoria com as próprias mãos.

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