Proibido transar na linha do trem? Brasil sendo Brasil!

Se tem um aviso desses é porque alguém já meteu onde não devia... literalmente

Placa de “proibido transar sobre a linha férrea” no meio do mato com céu azul e muito deboche natural
Placa de “proibido transar sobre a linha férrea” no meio do mato com céu azul e muito deboche natural

Tem coisas que só acontecem no Brasil… e precisam de placa. E quando surge um aviso oficial, cravado no chão com selo do governo, dizendo “É PROIBIDO TRANSAR SOBRE A LINHA FÉRREA”, a gente tem duas certezas:

  1. Alguém meteu em cima do trilho.

  2. Provavelmente foi mais de uma vez.

A placa tá ali, linda, estampada com a força de um aviso sério, mas com um conteúdo que parece roteiro de pornô low budget com trilha sonora de Maria Fumaça gemendo. E tem mais: pena de reclusão de dois a cinco anos e multa. Ou seja, meter no trilho pode render cana. Literalmente meter no ferro, mas não do jeito gostoso.

Agora, vamos aos fatos: quem é o maluco (ou casal doido) que escolhe uma linha férrea pra dar uns amassos? A grama cheia de bicho, o barulho dos trilhos vibrando, o risco de um trem vindo a 90 km/h direto no seu coito… só pode ser fetiche nível hard ou desafio de grupo de zap de tarado.

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E cá entre nós, se tem placa, é porque alguém fez. E não foi uma vez só, não. Alguém foi flagrado no ato, provavelmente pelado, com o pinto no vácuo e a sirene do trem chegando… e a prefeitura teve que agir. Aposto que na reunião a pauta foi tipo: “Gente, precisamos impedir o pessoal de trepar no trilho.”

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O mais genial? É em São Paulo. Estado onde tem de tudo, inclusive pau no trilho e buceta na contramão. Um lembrete de que o brasileiro nunca perde a criatividade, nem quando o assunto é gozar com risco de atropelamento.

No fim, fica a lição: se for transar, escolha um lugar seguro. Cama, sofá, carro parado… ou até mesmo o matinho ali do lado do trilho. Mas no trilho? A não ser que o fetiche envolva adrenalina e sirene de trem, melhor manter o sexo longe da ferrovia.

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