Marcelinho lendo contos eróticos – “Comi a copeira na minha sala”

Ele tem voz de desenho animado, cara de quem não sabe nem onde fica o clitóris… mas narra putaria com uma naturalidade que deixa qualquer tarado no chinelo

Marcelinho não é só um boneco. É uma entidade.
Enquanto você se preocupa com antivírus e senha no PC, ele entra, vasculha suas pastas escondidas e lê tudo — principalmente aquelas histórias eróticas mal escritas cheias de palavras como “membro pulsante” e “entrou com tudo”.

No clássico “Comi a copeira na minha sala”, Marcelinho entrega uma performance digna de Oscar pornô. A história já começa como todo bom conto de putaria barata: ambiente corporativo, um chefe tarado e uma funcionária disposta a perder o cargo pela rola. Só que com a voz do Marcelinho, tudo vira comédia nível hard.

“Ela entrou com a bandeja… e eu com a piroca.”
É esse tipo de frase que, na boca do Marcelinho, vira arte.
O contraste entre a voz de criancinha da Xuxa e a cena de “gozada na cortina” é tão surreal que o cérebro trava por 3 segundos e depois ri feito condenado.

E o melhor? Marcelinho narra com entonação de professor de leitura da alfabetização. Ele faz voz de personagem, interpreta gemido, e ainda tira sarro do texto em tempo real. É impossível não rir — e ao mesmo tempo, é impossível não ficar um pouco perturbado com o quanto você tá curtindo ouvir aquilo da boca de um boneco.

“Comi a copeira na minha sala” virou um clássico justamente porque une tudo que a internet ama: putaria ruim, humor absurdo e um boneco de pano que lê safadeza com a calma de quem tá contando história pra dormir.
Mas aqui ninguém dorme. No máximo… goza de tanto rir.

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