Vizinho Negão Mete com Pauzão em Gostosa Surpresa
Ela só foi pedir açúcar, mas acabou com a boca cheia de rola e a buceta espancada pelo vizinho bem dotado. No começo se assustou, mas depois... não queria mais parar de sentar

Gostosa mamando no pauzão do negão!
Ela só queria uma xícara de açúcar.
Mas bastou o vizinho abrir a porta com o pau marcando na bermuda e aquele sorriso de quem sabe que come gostoso, que a situação virou outra.
E que situação, viu?
Essa gostosa nunca tinha visto um pau tão grande de perto.
Ficou sem reação por uns segundos. O volume era tão absurdo que parecia mentira – tipo coisa de filme pornô mesmo. Mas como boa safada curiosa, ela quis conferir de pertinho.
Começou tímida, puxando papo bobo, dando risadinha…
Mas bastou um convite inocente pra entrar, e ela já tava de joelhos na sala, com os olhos arregalados diante da rola do negão.
“É… grande mesmo…”
Foi o que ela conseguiu dizer antes de meter a língua.
O boquete foi intenso desde o início.
Ela nem tentou engolir tudo logo de cara – foi com calma, sentindo o peso do pau na mão, lambendo de lado, passando a língua na cabeça brilhante, deixando a baba escorrer e espalhando nos dois ovos como uma profissional.
O negão só gemia, jogava a cabeça pra trás e deixava ela trabalhar.
E que mamada, porra.
Ela parecia hipnotizada.
Cada vez que o pau enfiava um pouco mais na garganta dela, ela gemia e revirava os olhos, como se tivesse sendo possuída.
O som da boca lambuzada, a mão subindo e descendo com firmeza, os peitos pressionando o pau nas pausas… Era coisa linda de ver (e bater uma olhando).
Mas é claro que não ficou só na chupada.
Depois de deixar o negão quase gozando só com a boca, ela subiu, tirou a roupa com pressa e deitou de perna aberta, com a buceta molhada escorrendo na coxa.
O olhar dizia tudo:
“Agora mete esse tronco de rola aqui dentro.”
E ele meteu.
Com força. Com gosto. Com tesão de quem sabe que vai destruir a novinha.
No começo, ela deu aquele gritinho de susto – a buceta abriu num estalo, recebendo o pau com dificuldade, e ela até tentou parar um pouco.
Mas bastou alguns segundos pra virar cavalgada frenética.
Ela gemia alto, sentando com a rola toda cravada, batendo a bunda no quadril dele e pedindo mais, mais, mais.
Rebolava como se estivesse no cio, gozava com a rola lá no fundo, batia o grelo no pau e implorava pra não parar.
Ele virou ela de quatro e meteu com violência.
A bunda balançava com cada estocada, o pau batia até no útero e ela só gemia:
“Arrebenta minha buceta, vizinho, mete essa rola inteira!”
Foi pau sem pausa.
Deitada, de pé, contra a parede, em cima da mesa.
Ela gozou mais de uma vez, o negão meteu como se não tivesse amanhã, e a cena terminou com uma gozada monstruosa nas costas dela – porra quente, muita, escorrendo até a bunda.
Ela saiu com as pernas bambas e um sorriso de satisfação.
E o açúcar?
Esqueceu. Mas ganhou o doce mais gostoso do prédio.













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