As Tatuagens Psicodélicas de Nicky Samarinoy Que Vão Estourar Sua Retina
Se isso aqui é tinta, então meu corpo quer virar quadro de galeria gringa agora!

Esquece aquela tatuagem tribal cinza e desbotada feita no fundo de uma barbearia por um tio com dor na lombar. Estamos falando de Nick Samarinoy, ou, como eu gosto de chamar, o traficante de arco-íris na pele alheia. O cara não tatua, ele comete atentado artístico contra o tédio visual do mundo.
As tatuagens desse filho da mãe talentoso são tão super coloridas, tão absurdamente vibrantes, que dá vontade de arrancar a própria pele e pedir pra ele fazer de novo, do zero, como se fosse um HD externo de carne. Cada traço é uma mistura de psicodelia, técnica e um leve toque de “usei drogas visuais e me achei no processo”.
Nick Samarinoy (ou Samarin, ou Samaritano da Arte, sei lá… o nome já é artístico por si só) não tatua florzinha no pulso nem símbolo do infinito com passarinho voando. Ele tatua universos inteiros, colapsos cósmicos, criaturas saídas de sonhos molhados de um designer gráfico pós-graduado em ácido lisérgico.
As cores? Porrada nos olhos. Um neon aqui, um roxo alienígena ali, um azul que parece que foi chupado direto do céu do Instagram. A cada tatuagem que ele posta, dá pra sentir o grito coletivo de todos os tatuadores que se limitam a fazer nome de filho em letra cursiva.
Eu mesmo, que já achei que minha tatuagem de lobo com floresta era o auge da arte, olhei pras obras do Nick e pensei: “Ok, minha tattoo parece feita com giz de cera molhado por uma criança entediada.
O mais bizarro? As tattoos dele parecem digitais. Tipo… parece que alguém imprimiu um Photoshop 8K direto na pele da pessoa. Dá até medo encostar e borrar. Mas não. É real. É tinta. É agulha. É talento. E é sacanagem com os outros mortais que tentam rabiscar pele por aí.
Então se você tá pensando em fazer aquela tatuagenzinha discreta pra não chocar a vó na missa, esquece o Nick. Agora, se quiser se transformar num outdoor ambulante de arte psicodélica que faria o Dalí bater punheta em pé… aí sim, chama o homem.
Pena que depois disso, qualquer outra tattoo vai parecer feita com canetinha da Faber-Castell vencida.













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