A Nudez Descarada (e Maravilhosa) na Arte de Markku Laakso
Quando o nu deixa de ser só pele e vira grito artístico entre o grotesco, o sensual e o surreal

Markku Laakso não pinta flores em jarras nem rostinhos bonitos sorrindo pra parede da sala.
O cara prefere botar bunda, pau, peito, olhar torto e crítica social em tela, sem filtro, sem pudor e com um traço que beira o delírio psicótico com tesão.
Seus trabalhos têm uma constante: muita nudez. Mas não é aquela nudez “editorial de moda” toda plastificada.
É nudez suja, simbólica, carregada, às vezes grotesca, outras vezes cômica, mas sempre com o dedo do meio levantado pra quem ainda acha que corpo nu é tabu.
Homens, mulheres, criaturas meio humanas, meio bestas, todos pelados, expostos, misturados com elementos do folclore, cultura pop, religião e um pouco de pesadelo lisérgico.
É como se Bosch, David Lynch e um roteirista pornô tivessem se juntado num porão, bebido absinto e começado a desenhar peladões alucinados.
O mais interessante é que, apesar de todo o erotismo (e ele é escancarado), as obras não têm foco em excitar — têm foco em provocar.
Laakso transforma o corpo em símbolo de conflito, contradição, liberdade e escracho.
Ele mostra o que muita gente esconde: o ridículo da obsessão com o corpo perfeito, a censura burra da nudez, e o medo de lidar com o próprio desejo.
E se tem gente que olha e diz “nossa, que exagero”… ótimo.
É esse desconforto que ele quer causar.
Porque na arte de Laakso, ou você encara o nu com coragem, ou vira parte da crítica que ele tá pintando.
No fim das contas, a nudez nas obras dele não é só pele – é discurso.
É grito nu, feio, sensual, agressivo e real.
Markku Laakso não quer que você goze.
Quer que você pense.
Pelado, de preferência.


























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