Kátia Trai o Marido com o Melhor Amigo na Maior Cara de Pau

Bastou o amigo do marido chegar pra visita que Kátia virou uma vadia sem freio – empinou o rabo, se ofereceu e acabou levando uma rola que o corno nem sonhava que ela aguentava

Kátia oferecendo o rabo pro amigo do marido
Kátia oferecendo o rabo pro amigo do marido

Ousadia na cara dura

Tem mulher que não tem freio. E tem Kátia.
A esposa do Zell já era meio abusada, cheia de vontades, e sempre de olho em qualquer rola diferente que passasse perto. Mas quando Mark, o melhor amigo do marido, apareceu na porta depois de anos sumido… a buceta dela piscou.

Mark veio fazer uma visita inocente.
Rever o amigo, colocar o papo em dia.
Mas o que ele encontrou foi uma esposa toda trabalhada no short colado, sem sutiã, com os peitos balançando e um olhar que dizia claramente: “não é porque é amigo do meu marido que eu não vou dar pra você.”

Kátia já começou se jogando.
Rindo alto, encostando demais, perguntando se ele lembrava dela, e empinando a bunda toda vez que se abaixava.
E não demorou muito pra deixar o clima ainda mais óbvio:
ela se esfregou nele na cozinha enquanto fingia pegar um copo.

O pau de Mark cresceu na hora.
Não teve como esconder. A mulher tava praticamente implorando pra sentar.

Zell, o corno, tava distraído na sala, todo inocente, abrindo uma cerveja e falando de futebol enquanto a esposa dele já tava passando a mão na rola do amigo por baixo da bancada.

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Kátia cochichou no ouvido de Mark:
“Você quer? É só vir comigo no banheiro.”
E pronto. A putaria começou.

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Ela entrou primeiro, se trancou e ficou esperando com a calcinha já no chão.
Mark entrou segundos depois e deu de cara com a buceta molhada, aberta, com os dedos afastando os lábios como quem diz “mete agora ou eu gozo sozinha.”

O pau dele tava pulsando.
Ela ajoelhou e começou a chupar com uma fome que parecia jejum.
Boca lambuzada, olhos no dele, língua girando na cabeça da rola e mão apertando os ovos com carinho de quem já tinha ensaiado aquilo há tempos.

O boquete foi só o começo.
Kátia virou de costas, segurou na pia e empinou o rabo com força, abrindo a buceta toda pro pau do amigo do marido entrar com gosto.

E que metida.
Mark segurava firme nos quadris dela, enfiava até o talo e ainda batia na bunda enquanto ela gemia baixinho, tentando não ser ouvida na sala.
Mas tava difícil conter os gemidos, porque a rola entrava com tanta vontade que dava pra ouvir o estalo da pele.

Kátia rebolava, jogava o cabelo pra trás, sussurrava:
“Fode mais forte, ele não vai ouvir…”
E Mark obedecia.

Foi foda de banheiro, mas com intensidade de motel.
Gozo abafado, porra quente escorrendo nas coxas dela, e um sorrisinho de satisfação safada estampado no rosto.

Depois da trepada, ela se arrumou rapidinho, limpou o rosto, e voltou pra sala como se nada tivesse acontecido.
Sentou do lado do marido e ainda deu um beijo nele, com o gosto da porra de Mark ainda na língua.

Kátia é o tipo de mulher que não pede permissão. Ela toma.
E se o pau for do melhor amigo do marido, melhor ainda.

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Traindo o marido com o amigo dele

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