Esculturas Bizarras de Patricia Piccinini: Feias, Peludas e Geniais

Mistura de humano com bicho, com alien, com trauma psicológico — e ainda chamam de arte!

Parece um bebê cruzado com um porquinho e um trauma de infância. E é mesmo.
Parece um bebê cruzado com um porquinho e um trauma de infância. E é mesmo.

Você olha e pensa:
“O que porra é isso?”
Um bebê peludo? Um ET com coxas humanas? Um tumor com cara de anjo?
Parabéns, você acaba de entrar no maravilhoso e desconcertante universo das esculturas da australiana Patricia Piccinini.

Aqui, a palavra “arte” ganha outro nível de interpretação — e “beleza” vai direto pro lixo.
As esculturas de Patricia parecem criaturas saídas de um cruzamento entre a National Geographic, uma rave alienígena e o pesadelo de um ginecologista.

Tudo é feito num realismo que chega a dar arrepios:
– Pele com textura humana
– Poros, veias, dobrinhas, pelinhos e até suor
– Olhos que encaram sua alma e dizem: “sim, eu existo… e você nunca mais vai dormir em paz”

As criaturas são híbridos perturbadores:
meio humanos, meio bichos, meio conceito existencial fodido.
É como se ela pegasse o conceito de “maternidade”, “amor”, “conexão” e espremesse tudo num monstro peludo com tetas nas costas e olhar carente.

E não, não é feito pra ser bonito.
É feito pra incomodar, pra provocar, pra te deixar meio enojado e ao mesmo tempo curioso.
Você quer olhar mais, mesmo querendo vomitar um pouco.

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Patricia Piccinini não tá aqui pra fazer escultura de anjinho ou cavalo bonito.
Ela mete o dedo na ferida da estética tradicional, desafia a normalidade, e te faz perguntar:
“Se isso me causa tanto desconforto… será que é porque me mostra algo que eu finjo não ver em mim?”

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Ou talvez você só esteja olhando pra uma escultura que parece um bebê com testículos no pescoço.
E tudo bem também.

O que importa é:
a criatividade bizarra de Piccinini cutuca onde não deve, transforma o grotesco em arte e faz você sair do museu pensando: “puta que pariu, que porra foi essa?”
E isso, meu amigo, é o mais puro e suculento objetivo da arte contemporânea.

Criatividade bizarra nas esculturas de Patricii Piccinini 2

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