Filme Pornô: Bom de Assistir, Péssimo de Estar Dentro

A menos que você seja o pau da história, ver é fácil. Estar lá, pelado, gemendo torto e sendo julgado pelo movimento de quadril... já é outro filme

Quem é que não curte dar o play num bom e velho filme pornô, né? Você tá ali tranquilo, pau na mão, lubrificante do lado, e de repente aparece aquele casal se comendo como se o mundo fosse acabar amanhã. Até aí tudo bem. A trepada dos outros é sempre mais gostosa de ver.

Agora, imagina inverter a situação: é você ali, pelado, com a bunda pra cima, gemendo meio esquisito, fazendo uma pose torta que parece mais exercício de pilates do que foda. A câmera tremendo, a iluminação errada, o som ambiente pegando a TV do vizinho passando “Casos de Família”. Glamour zero.

E tem mais: rever a própria performance sexual em vídeo é tipo ver gravação de voz. Só que pelado. E suado. E às vezes fazendo uma careta que você jurava que nunca fazia. O pau nunca parece tão grosso, o gemido nunca soa tão másculo, e aquele movimento que você achava que era digno de Oscar… mais parece uma tentativa de desentupir encanamento.

E ainda tem o fator humilhação retroativa. Vai que alguém vaza? Vai que aquele backup esquecido num HD velho ressurge? Você vai virar referência de pornô amador num grupo de zap, com o print do seu cu em 4K circulando entre os amigos de infância. Parabéns, agora você é conteúdo.

Então sim, filme pornô é ótimo. Desde que seja dos outros. Porque quando é o seu, o pornô vira drama, comédia, tragédia e vergonha... tudo ao mesmo tempo.

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