Safada Tomando Leitinho no Quarto da Família
Peta precisava de um aumento, mas acabou ganhando um pau grosso no lugar – e ainda tomou leitinho como bônus. A lista de tarefas dela nunca foi tão prazerosa

Safada tomando leitinho!
Quando o marido de Peta foi demitido, ela não chorou, não reclamou e muito menos entrou em crise existencial. Não. Peta olhou pra própria bunda no espelho, ajeitou o sutiã rendado e pensou: “Se não dá pra pagar as contas com salário, vamos resolver com gozada.
Durante o dia, ela é a assistente pessoal que resolve tudo. Agenda, reunião, planilhas… sempre impecável, com postura profissional e cara de quem não leva desaforo pra casa. Mas dentro de casa, com as contas se acumulando e o marido deprimido no sofá, ela resolveu virar a profissional de outra área: a do sexo por conveniência bem metida.
Ao invés de drama, ela foi direto ao ponto. Pediu um aumento pro patrão com aquele sorrisinho de canto de boca. Ele nem pensou duas vezes. Só deu aquele olhar de “safadeza corporativa” e disse que conhecia alguém disposto a resolver o problema dela – um amigo da família, bem dotado e sem papas na língua.
Na noite combinada, Peta já tava pronta. Lingerie preta rendada, salto alto e perfume que dava tesão só de respirar fundo. A mulher parecia saída de um catálogo de putaria de luxo. E quando o tal amigo apareceu, ela não hesitou nem um segundo. Recebeu ele no quarto, se ajoelhou, olhou pra cima com aquela cara de quem já sabia o que queria: leitinho quente direto na garganta.
O pau dele mal saiu da calça e já tava duro. Peta, com uma experiência de fazer inveja, começou com um boquete molhado, daqueles que fazem barulho e lambança. Ela chupava com tanta vontade que o cara precisou segurar no cabelo dela pra não gozar na hora. Mas ela queria mais. Ela queria sentir a porra escorrendo dentro, bem fundo.
Ela subiu na cama, empinou com a bunda pra cima e sussurrou:
“Enfia, vai… me mostra que esse aumento vale a pena.”
E ele mostrou. Com força. Cada estocada fazia a cama bater na parede. Peta gemia alto, pedia mais, arranhava as costas dele, puxava o pau com as duas mãos e dizia que queria ser usada como brinquedinho. Ela não tava ali pra fingir que era uma dama. Ela queria rola, leite, e o alívio de uma puta noite de sexo selvagem.
Quando ele gozou, não foi pouco. O jato quente encheu a bucetinha dela com gosto. E ela? Ela sorriu, mordeu o lábio, e ainda lambeu o que escorria pelas coxas.
“Agora sim, posso pagar o aluguel com dignidade.”
E o mais doido? Ela nem precisava mais do aumento. Ela queria era mais visitas daquele pau grosso. A lista de tarefas dela agora incluía: boquete matinal, sentada pós-almoço, e leitinho noturno. Porque a única coisa que Peta não aceitava… era ficar seca.













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