Playboy Outubro 1998: Banana Split (17 fotos)
As dançarinas mostraram tudo em um ensaio sensual e provocante que virou fantasia nacional

Banana Split peladas na Playboy – As gostosas que atiçaram o Brasil
Final dos anos 90, auge dos grupos femininos sensuais, e no meio de toda essa explosão de corpos e ritmos, um nome se destacava: Banana Split. Formado por dançarinas lindas, com carisma, rebolado e curvas hipnotizantes, o grupo virou febre entre os homens e despertava desejo por onde passava.
E como era de se esperar, em outubro de 1998, a Playboy Brasil não perdeu tempo: reuniu as integrantes do Banana Split para um ensaio coletivo, provocante e altamente sensual. Foram 17 fotos que marcaram época, revelando o que os fãs mais queriam ver: bunda, peitos, bocas provocantes e corpos completamente nus, em clima quente e envolvente.
As loiras e morenas do Banana Split tiraram tudo
O ensaio teve de tudo. Loira de bunda empinada, morena com os peitos perfeitos à mostra, dancinhas sensuais transformadas em poses ousadas, sempre com aquele toque clássico da Playboy: nudez elegante, mas carregada de desejo e provocação.
As fotos trazem as garotas em cenas em grupo, trocando olhares picantes, encostando pele com pele, em poses que exalam sensualidade e provocam a imaginação de qualquer leitor. Em outras, aparecem separadas, cada uma mostrando seus próprios atributos com charme e safadeza medida — seja sentada com a perna aberta sugerindo mais do que mostra, ou de costas exibindo aquela raba redondinha e convidativa.
Peles douradas, curvas que hipnotizam e peitos de tirar o fôlego
O que chama atenção é a variedade de corpos e estilos, mas todos com um detalhe em comum: sensualidade sem esforço. As meninas do Banana Split não estavam ali só como dançarinas — estavam como fantasias vivas, musas do desejo nacional, em um dos ensaios coletivos mais memoráveis da Playboy.
Peitos empinados, bocas entreabertas, mãos passando suavemente pelas coxas. A forma como cada uma se movimenta nas fotos mostra que elas sabiam o efeito que causavam. Nada era por acaso: o cabelo bagunçado, o olhar direto pra lente, a calcinha escorregando pela perna... cada clique parecia dizer: “você sonhou com isso. Agora tá aqui.”
Nudez com clima de festa e provocação natural
Ao contrário de outros ensaios mais sérios, o clima desse editorial era puro prazer visual e diversão safada. As dançarinas riam, se tocavam, provocavam a câmera como se estivessem numa festa íntima, onde a música parou e só sobrou o desejo. Era uma nudez alegre, provocante, que não escondia intenção alguma: era pra deixar o leitor maluco, de pau duro e sorriso no rosto.
O cenário misturava elementos tropicais, lençóis bagunçados, superfícies espelhadas e tons quentes. Tudo remetia ao que o grupo era nos palcos: calor, ritmo e pura tesão. Mas ali, sem as roupas, sem o figurino, o que aparecia era o lado cru — a beleza real da mulher nua, pronta pra ser admirada em cada curva.
Fantasia nacional realizada: Banana Split sem roupa
Durante muito tempo, as integrantes do Banana Split dominaram os palcos, programas de auditório e a imaginação masculina. E quando finalmente surgiram peladas nas páginas da Playboy, foi como se o país inteiro tivesse um delírio coletivo realizado.
Não era mais só sobre dança. Era sobre a liberdade do corpo, o poder do feminino, o magnetismo das peladas mais desejadas da TV. Cada página da edição carregava suspiros, gemidos silenciosos e pensamentos safados que não precisavam ser ditos — apenas contemplados.
Edição histórica para colecionadores e punheteiros de plantão
Sim, o nome é esse mesmo: essa edição da Playboy foi feita pra ser punhetada. Mas também pra ser guardada, admirada e colecionada. Até hoje, fãs das dançarinas procuram essa edição como relíquia da sensualidade noventista. As fotos continuam atuais, o clima continua quente, e as meninas… continuam gostosas como naquela época.
É o tipo de revista que você não esquece onde viu pela primeira vez. E se tem guardada, provavelmente tá plastificada e escondida com carinho.















Banana Split fez história — dançando, peladas e provocando fantasias
A Playboy de outubro de 1998 com o Banana Split foi mais que um ensaio. Foi um marco da cultura pop erótica brasileira. Um grupo que já era símbolo sexual ganhou mais uma camada de desejo ao tirar tudo e se entregar à câmera como verdadeiras musas do prazer visual.
Com sorrisos safados, bundas empinadas, peitos à mostra, corpos colados e olhares picantes, elas eternizaram o nome Banana Split não só na música, mas também no hall das capas mais quentes da Playboy de todos os tempos.

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