Homem é condenado por ejacular na água de colega

Justiça americana cobra mais de 27 mil dólares de funcionário que achou que gozar na garrafa alheia seria uma boa ideia. Spoiler: não foi

A gota d’água nunca foi tão literal.
A gota d’água nunca foi tão literal.

Tem notícia que a gente lê e precisa reler só pra ter certeza de que entendeu mesmo. É o caso de Michael Kevin Lallana, um norte-americano que decidiu transformar a hora da água no trabalho em um episódio completamente nojento — e criminoso. O cidadão, morador da Califórnia, foi condenado por ejacular na garrafa de água de sua colega de trabalho. Duas vezes.

Segundo o processo, Michael teve a brilhante (e absurda) ideia de fazer isso sem que a vítima percebesse, deixando a garrafinha aparentemente intacta sobre a mesa. O que ele talvez não tenha contado foi com o senso apurado da colega, que logo percebeu “algo de errado” com o sabor da água — e não estamos falando de flúor.

Na primeira vez, a mulher cuspiu o conteúdo assim que sentiu o gosto diferente e, sem entender o que estava acontecendo, enviou a garrafa para análise. Resultado? Bingo: esperma. E não demorou pra que a investigação apontasse o autor da mistura secreta — sim, o próprio Lallana, que já tinha um histórico não muito elogiável no ambiente de trabalho.

Mas como desgraça pouca é bobagem, não satisfeito com a primeira tentativa (que já seria crime o suficiente), ele repetiu a dose. Literalmente. Na segunda vez, a mulher — já atenta e desconfiada — novamente mandou o material pra análise. E adivinha? Mesma história, mesmo DNA, mesmo criminoso idiota.

Michael Kevin Lallana foi preso em julho de 2010, mas, claro, conseguiu responder em liberdade — porque nos Estados Unidos, liberdade provisória é quase um buffet self-service. Mas a Justiça americana não deixou barato: o homem foi condenado a pagar mais de 27 mil dólares à vítima, valor que inclui os custos com tratamento médico, terapia, exames e danos morais.

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A mulher, segundo os autos, ficou completamente abalada psicologicamente. E com razão. Beber água com “toque especial” do colega de trabalho não está em nenhuma cartilha de convivência corporativa. O trauma virou parte da vida dela, e a história correu o mundo como um dos exemplos mais nojentos de assédio no ambiente profissional.

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O caso também levantou discussões sérias sobre limites de privacidade, segurança no trabalho e como atitudes aparentemente “inofensivas” (na cabeça de um completo desequilibrado, claro) podem resultar em consequências gravíssimas. E não só legais, mas emocionais também.

Agora, Michael é lembrado não por seu currículo, mas pelo título de “cara que goza na água dos outros” — e não, isso não sai nem com processo, nem com cloro. É o tipo de infâmia que gruda pra sempre. A vítima segue tentando reconstruir a rotina, longe do local do crime e, esperamos, com água supervisionada.

Porque confiar em colega já era difícil… agora, nem na garrafinha a gente pode acreditar mais.

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