O Filho Gay e Uma Consulta Reveladora
O pai, o filho e a análise que ninguém pediu

O pai, já meio suado de nervoso e com a testa brilhando mais que vidro de carro recém-encerado, resolve levar o filho ao psicólogo. Motivo? Um leve, ou talvez não tão leve, receio sobre a masculinidade do garoto. A consulta começa, e, bom, o espetáculo está armado.
O psicólogo, com aquele tom de profissional que sabe mexer com a cabeça alheia, inicia:
- Qual é o legume que você mais gosta?
O pai, tenso, se contorce na cadeira: “Pronto, é agora que ele vai soltar um ‘cenoura’, ‘pepino’ ou qualquer outra coisa que vai me obrigar a pedir um exorcismo.”
Mas o garoto, com toda calma, responde: - Chuchu.
O pai, aliviado, quase faz a dança do quadrado ali mesmo.
Mas o psicólogo, incansável, segue com outra:
- Qual é o número de que você mais gosta?
O pai já quase roendo as unhas: “Meu Deus, ele vai dizer 24 e eu nunca mais vou conseguir olhar pro boteco sem lembrar disso!” - Onze, responde o filho.
O coração do pai, finalmente, começa a bater no ritmo certo.
Ainda não satisfeito, o psicólogo continua a metralhadora de perguntas:
- Qual é o animal de sua preferência?
Nessa, o pai já estava segurando a cadeira com tanta força que parecia que ia fundir as mãos na madeira: “Ah, ele vai dizer veado, eu já estou vendo!” - Jacaré, solta o menino, tranquilão.
Por fim, o golpe de misericórdia:
- E o que você quer ser quando crescer?
O pai já quase desmaiando: “Pronto, agora ele vai dizer cabeleireiro, decorador ou sei lá, estilista da Xuxa.” - Advogado, responde o garoto.
A consulta termina, e o psicólogo, com um leve sorriso, pede para o menino esperar do lado de fora. O pai, agora praticamente explodindo de alegria:
- Graças a Deus, doutor! Meu filho é um machão, não é?
E o psicólogo, com a paciência de quem já viu de tudo:
- Machão? Nada disso, seu filho é um tremendo viadão!
O pai, sem entender, rebate:
- Como assim, doutor? As respostas dele foram perfeitas!
E o psicólogo, já com a ciência na ponta da língua, explica: - O legume preferido é chuchu: dá o ano todo. O número é 11: um atrás do outro. O animal? Jacaré, se defende com o rabo. E a profissão? Advogado: passa o dia entrando em vara!
Moral da história? Às vezes, o que importa não é a resposta, mas o que você não está pronto pra ouvir.
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