Playboy Setembro 2016: Pathy Dejesus
Primeira mulher negra na capa de aniversário da Playboy, Pathy posou nua em fotos artísticas, ousadas e cheias de atitude

Pathy Dejesus pelada na Playboy – A beleza negra no centro das atenções
Setembro de 2016 marcou uma virada histórica na trajetória da Playboy brasileira. Na edição de aniversário, a revista escolheu Pathy Dejesus como capa — a primeira mulher negra a protagonizar uma edição comemorativa nos 41 anos de publicação. E o resultado foi um ensaio ousado, artístico e extremamente simbólico.
A atriz, modelo e apresentadora exibiu seu corpo nu com elegância, presença e um magnetismo hipnótico. Em um editorial visualmente sofisticado, assinado pelo renomado fotógrafo Jacques Dequeker, Pathy entregou um nu artístico, forte e marcante, colocando o corpo negro em evidência com naturalidade e poder.
Uma nudez com propósito e presença
O ensaio de Pathy Dejesus não seguiu o padrão das edições mais populares da revista. Ele foi pensado para provocar reflexão, para mostrar que o erotismo também pode ser político, estético, sensível e impactante. Ela posou pelada em cenários minimalistas, com luz e sombra moldando cada curva do seu corpo com precisão artística.
Pathy apareceu com os seios à mostra, costas nuas, bunda empinada e expressões intensas, traduzindo muito mais do que apenas sensualidade: trouxe atitude, história e representatividade. A escolha de fotografias em preto e branco acentuou o contraste, destacou sua pele e transformou cada imagem em uma obra de arte.
Corpo magro, postura firme e beleza que impõe respeito
Diferente do padrão curvilíneo que historicamente dominou as páginas da Playboy, Pathy representou outra forma de beleza: alta, esguia, com traços marcantes e um corpo escultural de modelo. Seus seios pequenos e naturais, sua cintura fina e quadris sutis mostraram que a sensualidade não tem uma única forma — e que o poder do nu está muito além de proporções.
Nas fotos, ela aparece de pé, ajoelhada, deitada, com o corpo nu sendo o centro da composição, mas sempre mantendo a elegância e a firmeza de quem sabe o que está fazendo. A nudez de Pathy é assertiva: ela se mostra como é, sem pedir permissão, sem tentar agradar — ela simplesmente domina.
Representatividade e impacto
A edição foi considerada um marco não apenas pela beleza do ensaio, mas pelo seu contexto. Em mais de quatro décadas, menos de dez mulheres negras haviam estampado a capa da Playboy no Brasil. A presença de Pathy como protagonista da edição de aniversário foi uma escolha ousada, simbólica e necessária.
Segundo a direção da revista, a escolha foi pensada para quebrar paradigmas e resgatar o espírito provocador da Playboy original, que nos anos 60 e 70 foi pioneira na luta contra o racismo e a segregação. Com Pathy na capa, a nudez se transformou também em discurso.
Críticas ao novo estilo da Playboy — e o valor do ensaio
Apesar do impacto simbólico, parte do público mais tradicional da revista criticou o ensaio por fugir do formato mais explícito e curvilíneo que marcou os tempos de Cléo Pires, Tiazinha, Feiticeira ou Carla Perez. Alguns leitores reclamaram da ausência de “mulheres com bunda”, do tom mais artístico, das fotos em preto e branco e da “falta de tesão”.
Mas é inegável que a edição foi feita para outro tipo de apreciação: o olhar refinado, a nudez pensada como estética, o corpo feminino como potência. Pathy não está ali pra ser só um fetiche — ela é presença, é força, é corpo negro nu ocupando espaços antes negados.
Pathy Dejesus é sensualidade com classe — e atitude com nudez
Ao contrário do que muitos esperavam, o ensaio não buscou agradar pelo óbvio. Ele não trouxe peitos siliconados, bundas gigantes ou poses escancaradas. Trouxe Pathy: uma mulher elegante, real, com personalidade, pele luminosa e nudez altiva.
A Playboy de setembro de 2016 mostrou que sensualidade não se limita a carne à mostra. Ela pode estar no olhar profundo, na curva do quadril, na sombra que cobre o peito, no gesto suave que expõe o bumbum. E Pathy entregou tudo isso — com arte, com beleza e com orgulho.

















































Pathy Dejesus pelada foi mais que um ensaio — foi um manifesto de beleza
A edição de aniversário da Playboy em 2016 entrou pra história com Pathy Dejesus pelada na capa, quebrando tabus e marcando território para uma nova visão de erotismo. Corpo nu, pele negra, força, elegância e atitude — tudo junto num editorial que ainda divide opiniões, mas jamais passa despercebido.
Se para alguns faltou carne, para outros sobrou significado. O fato é que Pathy brilhou como poucas: nua, linda, provocante e simbólica. Uma capa pra lembrar — e respeitar.

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Tá certo que o ensaio ficou mais para uma revista Vip, pois realmente senti falta do nu frontal, mas ainda sim tenho que descordar… Gostei da escolha da modelo que mostra que não precisa ser siliconada nem corpulenta para capa de uma revista de ensaios nus famosa como a Playboy.
Em sua história, a Playboy é uma revista com mulheres desejadas esbanjando sua sexualidade em suas páginas. Independente de suas “curvas”, afinal de contas, magras, bombadas ou gordinhas, ainda sim são mulheres, belas mulheres.
Realmente eu gostei da nova proposta da administração da revista que busca a volta dos valores originais. Agora, se você admira algo que tenha menos ensaios nus e sensuais, se gosta algo que seja mais voluptuoso – não que eu critique o seu gosto mas, ao meu ver não é a proposta da nova administração da revista Playboy – ai meu camarada, realmente melhor não perder seu tempo olhando a Playboy. Pois gosto, ainda é gosto.