Safada Seduzindo o Marido da Amiga
Eva Lovia não quis saber de chá nem de etiqueta. Viu o marido da amiga, ficou molhadinha e decidiu meter com vontade – e o corno sortudo nem pensou duas vezes

Safada seduzindo casado…
Tem mulher que sabe exatamente o que quer – e Eva Lovia não perde tempo quando vê uma rola disponível, mesmo que essa rola seja do marido da amiga dela. Enquanto a casa se enchia de senhoras educadas tomando chá com cara de quem nunca fez uma chupada decente, Eva já tava com a buceta pulsando só de ver Keiran saindo do banho de toalha.
A vibe era aquela: evento social, clima comportado, mas ela só queria uma coisa – foder. E não era qualquer foda. Era foder com adrenalina, com risco, com aquele gostinho de proibido que deixa tudo mais molhado. E que buceta molhada, viu. Eva tava escorrendo só de imaginar a piroca do marido da amiga metendo com força.
Ela não fez rodeio. Foi direta, objetiva e indecente.
Enquanto todo mundo conversava na sala, ela escapou sorrateira, caçando Keiran pelo corredor. Achou o coitado no banheiro, saindo do chuveiro, com o pau semi-duro e a cara de quem não esperava nada além de um secador de cabelo. Mas Eva era o furacão que ele nem sabia que precisava.
Ela encostou, roçou a coxa no pau dele por cima da toalha, mordeu o lábio e sussurrou no ouvido dele que tava com tesão desde a hora que ele entrou na casa. Keiran engoliu seco, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, Eva já tava ajoelhada no chão, rasgando a toalha e chupando aquele pau com vontade.
A chupada foi agressiva, profunda, com barulho, baba e muita entrega. Ela enfiava tudo na boca, batia a língua na cabeça do pau, esfregava os peitos na coxa dele enquanto olhava pra cima com aquela cara de putinha faminta. Keiran não teve chance. Só segurou firme e deixou ela destruir.
Mas Eva queria mais. Puxou ele pelo braço e arrastou até o quarto de hóspedes, onde rasgou o vestido no impulso, mostrando o corpo perfeito e a buceta lisinha, molhada e brilhando de tesão. Subiu na cama de quatro, empinou com gosto e mandou aquele convite que nenhum homem em sã consciência recusaria:
“Vem me foder como se eu fosse sua.”
E ele foi.
A rola entrou fácil, graças à lubrificação natural daquela xoxota que tava pulsando só de pensar na sacanagem. Cada estocada era um gemido abafado no travesseiro, cada tapa na bunda arrancava um grito de prazer. Eva jogava o quadril pra trás, rebolava na rola, puxava o lençol e implorava por mais.
Keiran perdeu o controle. Deu língua, meteu dedo, segurou nos cabelos, virou ela de lado, meteu com a perna levantada… Uma sessão de putaria que não tinha espaço pra culpa, só pra gozada. E quando ela começou a gozar com a buceta espremendo o pau dele, foi como se o mundo ao redor tivesse sumido. Só restava o barulho da pele batendo e os gemidos sujos de uma foda que nunca devia ter acontecido – mas graças a Deus aconteceu.
No final, Eva tava deitada, suada, com a buceta pingando e o olhar de quem faria tudo de novo. Keiran? Com um sorriso idiota de prazer, lambendo os lábios e se perguntando em que momento da vida ele mereceu uma trepada daquela.
Porque tem coisa que a gente esconde.
Mas tem safadeza que a gente agradece por ter presenciado.














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