Marcelinhôke – Esse cara sou eu (mas não era pra ser)

Alguém disse pro Marcelinho que ele cantava bem… e ele acreditou com força. O resultado? Uma versão de “Esse cara sou eu” que nem o Roberto Carlos reconheceria (e provavelmente processaria)

Você já viu gente desafinada no karaokê, mas Marcelinho elevou isso a uma arte torta.
Na mente dele, era o próprio rei. Na prática? É uma mistura de autoajuda com gemido de faxineira cansada.
Cantando “Esse cara sou eu”, Marcelinho entrega emoção, entrega presença… só não entrega uma nota afinada.

Com microfone na mão, cara de concentração e pose de astro, ele solta a voz (se é que podemos chamar assim) como se estivesse se declarando pra plateia inteira — que no caso, provavelmente só quer fugir.
Mas o melhor de tudo é a convicção. Ele acredita em cada palavra, como se a voz embargada fosse parte do charme.

Você ri, se contorce, talvez até cante junto — por pena, por empatia ou só porque a vergonha alheia é contagiosa.
É arte? É coragem? É crime sonoro? Talvez tudo ao mesmo tempo.

O que importa é que Marcelinho tá ali, firme, representando todo brasileiro que não sabe cantar, mas vai até o fim no karaokê com o coração na garganta (e o tom… ninguém sabe onde).

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